Um belo dia, um vendedor recebeu um telegrama de seu gerente, no qual estava escrito: PORRA.
No dia seguinte, o vendedor respondeu o telegrama: FODASE.
Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que disse-lhe:
- Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! Não sabe que estamos em contenção de despesas? O meu telegrama era simplificado e o significado de PORRA é: ‘Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado‘.
O vendedor argumentou:
- Sei de tudo isso e foi exactamente dentro desse espírito que lhe respondi FODASE, que significa: ‘Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue‘.
Vai ter raciocínio rápido assim na PQP !!!!!!
CAPITALISMO IDEAL:
Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!
CAPITALISMO AMERICANO:
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO FRANCÊS:
Você tem duas vacas.
Entra em greve porque quer três.
CAPITALISMO CANADENSE:
Você tem duas vacas.
Usa o modelo do capitalismo americano.
As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
CAPITALISMO JAPONÊS:
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
“De manhã só é bom é na caminha, pelo menos comigo” – Marco Fortes (lançamento do peso)
“Não vale a pena (a participação nos 5000 m obstáculos), dada a forte concorrência africana. Vou de férias.” – Jéssica Augusto (3000 m obstáculos)
“Bloqueei quando vi o estádio olímpico cheio” – Arnaldo Abrantes (200 metros)
“Não sou muito dada a este tipo de competições” – Vânia Silva (lançamento do martelo)
“A égua assustou-se com o ecrã de vídeo existente no recinto e entrou em histeria.” – Miguel Ralão Duarte (Hipismo)
“Até parece que as outras treinaram só para me ganhar” – Telma Monteiro (Judo)
Francis Obikwelu pura e simplesmente não compareceu para os 200 metros.
Justiça/Porto: 5,5 anos de prisão efectiva para indivíduo que baleou vizinhos por acreditar que lhe sodomizaram o gato
28 de Julho de 2008, 17:08
Porto, 28 Jul (Lusa) – O indivíduo que baleou os vizinhos por acreditar que um deles, pelo facto de ser homossexual, estaria a sodomizar o seu gato foi hoje condenado, no Tribunal São João Novo, Porto, a cinco anos e seis meses de prisão efectiva.
José Maria Correia, 53 anos, empregado de mesa há 32, foi condenado pelos crimes de homicídio na forma tentada e detenção de arma proibida.
O tribunal deu como provado que, em 27 de Outubro de 2007, José Correia pediu a Anabela Cruz Silva (atingida pelos disparos), que se encontrava no pátio das habitações, que a ajudasse a resgatar o seu gato que havia fugido para um terreno contíguo.
Na impossibilidade de Anabela Silva poder responder à solicitação do arguido, o vizinho José Pedro Macedo, que estava à janela da sua habitação e se apercebeu da situação, prontificou-se a ajudar no resgate.
Quando José Correia viu José Pedro a tentar apanhar o gato começou a proferir expressões injuriosas sobre a sua orientação sexual.
Assim que consegue capturar o animal, o vizinho de José Correia desloca-se para a habitação do arguido, ficando Anabela Cruz no pátio, onde foi atingida pelos disparos de uma pistola Browning, de calibre 6.35, pertencente ao arguido.
Provou-se ainda que José Correia acreditava que a pessoa no pátio era José Pedro e estava convicto de que “este era homossexual e que pudesse ter havido contactos de natureza sexual entre o vizinho e o gato”.
No seguimento dos disparos, Anabela Cruz, professora de ensino secundário, foi transportada para o hospital de São João onde foi submetida a uma intervenção cirúrgica da qual resultou uma cicatriz de 23 centímetros.
O tribunal deu ainda como provado que José Correia agiu deliberada e conscientemente com o propósito de tirar a vida a José Pedro, considerando a sua postura durante o julgamento “profundamente desconcertante” e com um “comportamento homofóbico”.
Durante as buscas policiais foram encontradas 38 munições em casa do arguido, conhecido por “Zé Pistoleiro”, como contou Maria da Conceição Volta, tia da ofendida.
O juiz-presidente, João Amaral, considerou que o motivo que desencadeou os factos “é torpe”.
“Dar um tiro em alguém por ser homossexual e por supostamente ter tido relações sexuais com um gato que ajudou a resgatar, e por isso o animal ter ficado paneleiro, é talvez o motivo mais torpe que eu já vi na minha vida”, frisou o magistrado.
Esse motivo é revelador “de uma insensibilidade atroz pela pessoa humana”, referiu João Amaral lembrando o caso do transexual Gisberta que morreu às mãos de jovens menores e comparando o comportamento destas com o do arguido.
José Correia foi ainda condenado ao pagamento de mais de 22.000 euros pelos danos patrimoniais e não patrimoniais causados a Anabela Silva.
À saída da sessão Luís Manuel Silva, advogado do arguido, referiu ainda ser prematuro exprimir qualquer opinião sobre a sentença, admitindo porém que “se não houver matéria suficiente para recorrer parece que a pena é equilibrada”.
José Luís Quelhas, advogado da assistente Anabela Silva, admitiu que a cliente possa achar que a pena devesse ser superior mas não pensa recorrer da sentença.
LYL.
Lusa/Fim.
O jornalista entrevista um pastor:
- Ora conte-me lá uma história que se tenha passado nesta zona e que seja qualquer coisa de inesquecível!
O pastor sorri e conta:
- Olhe, uma vez, uma das minhas cabras perdeu-se na montanha! Ora como manda a tradição, a malta cá da terra juntou-se para beber e sair à procura da cabra. Lá pelas tantas da manhã lá a encontramos, só que já tínhamos bebido tanto, mas tanto… Que fizemos todos sexo com a cabra! Um por um! Foi de nunca mais esquecer! Inesquecível, vê?
- Bem… realmente é uma história inesquecível, sim, mas duvido que a consiga publicar… Olhe, conte-me então uma história que se tenha passado nesta terra e que seja uma história feliz! Pode ser?
O pastor sorri e conta:
- Pode ser, ora pois! Olhe, uma vez, a mulher aqui do vizinho perdeu-se na montanha… Ora, como manda a tradição, a gente junta-se, bebe uns copos, e toca de ir à procura da gaja! Encontrámo-la já bem tarde, já noite dentro! E ora como estávamos todos com uns copitos a mais… Montamos todos a gaja! Um por um! Foi um dos dias mais felizes da minha vida! Da minha e da dos outros gajos todos! Só menos do marido…
- Bem… Estou a perceber porque é que é uma história feliz… Mas sabe, também não me parece que consiga publicar essa… Vamos fazer antes o seguinte, você pode-me contar uma história bem triste que se tenha passado cá na zona?
O pastor fica um pouco sério, baixa a cabeça, deixa cair duas lágrimas e diz:
- Bem… Uma vez eu perdi-me na montanha…

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