A) O GAJO DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas O GAJO DA INFORMÁTICA precisa de dormir e descansar como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem telemóvel e telefone em casa; ligue só para o escritório ou para o telemóvel entre as 09h00m e as 13h00 (manhã) ou entre as 15h00 e as 19h00 (tarde) de Segunda-feira a Sexta-feira. O GAJO DA INFORMÁTICA também precisa de descansar aos Sábados, Domingos, feriados e NOS DIAS QUE INDICOU como estando de férias.
B) O GAJO DA INFORMÁTICA come. Parece inacreditável, mas é verdade. O GAJO DA INFORMÁTICA também precisa de se alimentar e tem horas para isso, TODOS OS DIAS. (Mesmo que não cumpra essas horas, isso é sempre uma decisão do próprio).
C) O GAJO DA INFORMÁTICA pode ter família. Esta é a mais incrível de todas. Mesmo sendo um GAJO DA INFORMÁTICA, precisa de descansar no fim de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários, reparações e demonstrações, manutenção, vírus, sistemas, backups, etc.
D) O GAJO DA INFORMÁTICA, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por esta você não esperava, hã? É surpreendente, mas O GAJO DA INFORMÁTICA também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, e ainda consome Xanax para conseguir relaxar. Não peça aquilo pelo que não pode pagar aO GAJO DA INFORMÁTICA.
E) Ler e estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um GAJO DA INFORMÁTICA está concentrado num livro ou publicação especializada ele está a aprimorar-se como profissional, logo, a trabalhar.
F) De uma vez por todas, vale reforçar: O GAJO DA INFORMÁTICA não é vidente, não faz tarot e nem tem uma bola de cristal para adivinhar o que as outras pessoas pensam ou fazem. Se você julgou que era assim, demita-o e contrate um MEDIUM, um BRUXO ou um DETECTIVE. Ele precisa de analisar, planear, organizar-se e que lhe expliquem DETALHADAMENTE o que é pretendido para assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo. Se você quer um milagre, ore bastante,faça jejum, e deixe o pobre dO GAJO DA INFORMÁTICA em paz.
G) Em reuniões de amigos ou festas de família, O GAJO DA INFORMÁTICA deixa de ser O GAJO DA INFORMÁTICA e reassume o seu posto de amigo ou parente, exactamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não lhe peça conselhos ou dicas. Ele também tem o direito de se divertir.
H) Não existe uma ‘listagenzinha’, uma ‘rotinazinha’, nem um ‘textozinho’, um ‘programinha muito fácil para controlar isto e aquilo’, um ‘problemazinho, que a máquina não liga’, um ’sistemazinho’, uma ‘visitinha rápida (aliás, recordo que começa no momento em que saímos e se prolonga até chegarmos)’. Assim, esqueça os inha e os inho (programinha, textozinho, visitinha) ‘, pois os GAJOS DA INFORMÁTICA não resolvem este tipo de problemas. Listagens, rotinas e programas são frutos de análises cuidadosas e requerem atenção, dedicação. Planear, organizar, programar com concentração e dedicação, pode parecer inconcebível a uma boa parte da população, mas serve para tornar a vida dO GAJO DA INFORMÁTICA mais suportável.
I) Quanto ao uso do telemóvel: o telemóvel é uma ferramenta de trabalho. Por favor, ligue apenas quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, O GAJO DA INFORMÁTICA pode estar a fazer algumas das coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo.
J) Pedir a mesma coisa várias vezes não faz O GAJO DA INFORMÁTICA trabalhar mais rapidamente. Solicite. Depois, aguarde o prazo dado pelO GAJO DA INFORMÁTICA.
K) Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 13h00m, não significa que você pode ligar às 12:58 horas. Se você só se lembrou dO GAJO DA INFORMÁTICA a essa hora, azar o seu, espere e ligue após o horário do almoço (lembra-se do item B?). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte.
L) Quando O GAJO DA INFORMÁTICA estiver a apresentar um projecto, por favor, não o bombardeie com centenas de perguntas durante a reunião. Isso tira a concentração, além de lhe dar cabo da paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projecto, tipo “Quanto é custou o seu portátil? Aposto que nada, que te dão todo o material com que trabalhas.” ou “O que acha que devo comprar para o meu filho jogar em casa, um portátil ou um desktop?
M) O GAJO DA INFORMÁTICA não inventa problemas, não faz actualizações automáticas de Windows piratas, não tem relação com vírus, em resumo, NÃO É CULPADO PELO MAU USO DE EQUIPAMENTOS, INTERNET E RELATIVOS. Não reclame de coisas de que ele não tem a mínima culpa que você tenha adquirido! O GAJO DA INFORMÁTICA com certeza fez o possível e dentro da legislação em vigor para você pagar menos. Se quer fazer upgrades de borla, instalar programinhas giros, etc., faça-o, mas antes demita O GAJO DA INFORMÁTICA e contrate um TÉCNICO DE EMERGÊNCIA MÉDICA.
N) Os GAJOS DA INFORMÁTICA não são os criadores dos ditados “o barato sai caro” e “quem paga mal paga a dobrar”. Mas eles concordam.
O) Informática é uma matéria referente a computadores (HARDWARE ou SOFTWARE e muito raramente, os dois ao mesmo tempo), e não TV’s, telemóveis e electrodomésticos, etc. Por isso mesmo O GAJO DA INFORMÁTICA não vai ensinar-lhe a mexer no telemóvel, reparar a sua TV, explicar-lhe porque é que comando da sala de estar não funciona quando as pilhas estão esgotadas, entre muitas outras questões.
P) Existem vários tipos de GAJOS DA INFORMÁTICA e cada um tem a sua especialização. Se você parte uma perna não vai ao oftalmologista , pois não? Assim, se O GAJO DA INFORMÁTICA é especialista em software e programação poderá não estar muito à vontade sobre HARDWARE ou REDES e vice-versa para realizar um trabalho de qualidade, portanto não lhe peça para executar trabalhos nos quais não é especialista dizendo “você consegue fazer, para que é que eu vou chamar outra pessoa se você é mesmo bom nisto da informática?”.
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
IN : Jornal de Negocios
Durante escavações nos EUA, os arqueólogos descobriram, a 100m de profundidade, vestígios de fios de cobre que datavam do ano 1.000. Os americanos concluíram que os seus antepassados já dispunham de uma rede telefónica desde aquela época.
Entretanto, os espanhóis, escavaram também o seu subsolo, encontrando restos de fibras ópticas a 200m de profundidade. Após minuciosas análises, concluíram que elas tinham 2.000 anos de idade, divulgando triunfantes, que os seus antepassados já dispunham de uma rede digital à base de fibra óptica quando Jesus nasceu!
Uma semana depois, em Beja, no diário local, foi publicado o seguinte anúncio:
Após inúmeras escavações arqueológicas no subsolo de Beja, Évora, Moura, Estremoz e Redondo, entre outras localidades alentejanas, até uma profundidade de 500m, os cientistas alentejanos não encontraram absolutamente nada.
Assim se conclui que os antigos habitantes daquela região alentejana já dispunham, há 5.000 anos atrás, de uma rede de comunicações sem fios, vulgarmente conhecida hoje em dia pela designação de «Wireless».
Com estes advogados como é que a JUSTIÇA não deveria ficar cega e surda!
Estas são piadas retiradas do livro ‘Desordem no tribunal’. São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.
Advogado : Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de Julho.
Advogado : Que ano?
Testemunha: Todos os anos.
______________________________________________
Advogado : Essa doença, a miastenia gravis, afecta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado : E de que modo ela afecta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço-me das coisas.
Advogado : Você esquece… Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
__________________
Advogado : Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
_____________________________________________
Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, ‘Onde estou, Bete?’
Advogado : E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
______________________________________________
Advogado : Diga-me, doutor… não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?
_____________________________________________
Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos…
Testemunha: Sim.
Advogado : Que idade ele tem?
______________________________________________
Advogado : Sobre esta foto sua…o senhor estava presente quando ela foi tirada?
_____________________________________________
Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 8 de Agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?
_____________________________________________
Advogado : Ela tinha 3 filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Advogado : Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum.
Advogado : E quantas eram meninas?
______________________________________________
Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?
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Advogado : Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado : E era um homem ou uma mulher?
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Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas…
______________________________________________
Advogado : Aqui no tribunal, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, está bem? Que escola você frequenta?
Testemunha: Oral.
____________________________________________
Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não… Ele estava sentado na maca, questionando-se por que razão eu estava a fazer-lhe aquela autópsia.
___________________________________________
Advogado : O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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******* Esta é a melhor! ********
Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor verificou o pulso da vítima?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor verificou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor verificou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e tirando o curso de Direito em algum lugar!!!
Em Londres há um velho barbeiro…
Um dia, um florista vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar, o barbeiro diz:
- Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um serviço à comunidade.
O Florista ficou satisfeito e foi-se embora. Na manhã seguinte, ao chegar à loja, o barbeiro encontrou uma dúzia de flores e um cartão que dizia ‘obrigado’.
Um dia, um polícia vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar, o barbeiro diz:
- Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um serviço à comunidade.
O polícia ficou satisfeito e foi-se embora. Na manhã seguinte, ao chegar à loja, o barbeiro encontrou uma dúzia de doughnuts e um cartão que dizia ‘obrigado’.
Um dia, um português vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar, o barbeiro diz:
- Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um serviço à comunidade.
O português ficou satisfeito e foi-se embora. Na manhã seguinte, ao chegar à loja, adivinha o que o barbeiro encontrou à porta…
Vá lá… adivinha!
Vá!
Pensa como um português…!!!
Tu consegues…
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos ‘afro-americanos’, com vista a acabar com as raças por via gramatical – isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a ‘empregadas domésticas‘ e preparam-se agora para receber menção de ‘auxiliares de apoio doméstico‘ .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os ‘contínuos ‘passaram todos a ‘auxiliares da acção educativa‘.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por ‘delegados de informação médica‘.
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em ‘técnicos de vendas‘.
O aborto eufemizou-se em ‘interrupção voluntária da gravidez‘;
Os gangs étnicos são ‘grupos de jovens‘
Os operários fizeram-se de repente ‘colaboradores‘;
As fábricas, essas, vistas de dentro são ‘unidades produtivas‘e vistas da estranja são ‘centros de decisão nacionais‘.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à ‘iliteracia‘ galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes ‘Conforto‘ e ‘Turística‘.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira…» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental…» – eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um ‘comportamento disfuncional hiperactivo’
Do mesmo modo, e para felicidade dos ‘encarregados de educação’ , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, ‘crianças de desenvolvimento instável’.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado ‘invisual‘. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos – mas o ‘politicamente correcto’ marimba-se para as regras gramaticais…)
As putas passaram a ser ‘senhoras de alterne‘.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em ‘implementações‘, ‘posturas pró-activas‘, ‘políticas fracturantes‘ e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este ‘novo português’; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma ‘politicamente correcta’.
E na linha do modernismo linguístico, como se chama uma mulher que tenta destruir a educação em Portugal?
Ministra !
Antigamente, chamava-se Ex-ministra.
Na fila do autocarro estavam um pai e seus 16 filhos. Junto a eles, um senhor de meia-idade, com uma das pernas de pau. O autocarro chegou, a criançada entrou primeiro e ocupou os bancos que estavam disponíveis.
Os dois senhores entraram e ficaram em pé.
Na arrancada, o senhor da perna de pau, com a visível dificuldade, desequilibrou-se para trás, e o barulho foi inconfundível: TOC… TOC… TOC… TOC…
Quando o autocarro travou, a mesma coisa conteceu: TOC… TOC… TOC…TOC…
Na arrancada, novamente: TOC… TOC… TOC…TOC…
E assim foi, várias vezes…
Num determinado momento, já incomodado com o barulho e ao mesmo tempo tentando ser gentil, o pai das 16 crianças disse ao perneta:
- Perdão, senhor, gostaria de fazer uma sugestão. Por que o senhor não coloca uma borrachinha na ponta do pau? Com certeza vai diminuir o barulho e incomodar menos as pessoas…
De imediato, o cavalheiro da perna de pau respondeu:
- Agradeço a sugestão, mas se o senhor tivesse colocado uma borrachinha na ponta do seu… há alguns anos atrás…. estaríamos todos sentados…
Situação: O fim das férias.
Ano 1979:
Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2009:
Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1979:
Não se passa nada.
Ano 2009:
As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.
Ano 1979:
O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2009:
A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1979:
Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2009:
A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1979:
Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2009:
Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1979:
O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2009:
Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.
Ano 1979:
Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2009:
A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado ‘chocolate’ ao outro.
Ano 1979:
Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2009:
A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.
Ano 1979:
O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque ‘alguma deves ter feito’
Ano 2009:
Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Um dia, Deus, muito insatisfeito com a humanidade e os seus pecados, decidiu pôr fim em tudo.
Deus reuniu então todos os líderes mundiais para comunicar-lhes pessoalmente a sua decisão de acabar com a humanidade em 24 horas.
Deus disse: “Reuni-vos aqui para comunicar que extinguirei a humanidade em 24 horas”.
E o povo dizia: “Mas, Senhor…”
Nada de MAS , este é o limite, a humanidade vai abandonar a Terra para todo o sempre!
Portanto, voltem aos respectivos Países e digam ao Povo que estejam preparados. Têm 24 horas!
O primeiro a reunir o povo foi Barack Obama.
Em Washington DC, através de uma mensagem à nação, Barack Obama disse:
“Americanos, eu tenho uma boa notícia e uma má notícia para dar.
“A boa notícia é que Deus existe e que ele falou comigo. Mas, claro, já sabemos disso.
A má notícia é que esta grande Nação, o nosso grande Sonho, só tem 24 horas de existência. Este é o desejo de Deus”.
Fidel Castro reuniu todos os cubanos e disse:
” Camaradas, povo Cubano, tenho duas más notícias.
A primeira é que Deus existe… sim, eu vi-o, estava mesmo à minha frente!!!
Estive enganado este tempo todo…
A segunda má notícia é que em 24 horas esta magnífica Revolução pela qual tanto temos lutado, vai deixar de existir.”
Finalmente, em Portugal, José Sócrates dá uma conferência de imprensa:
“Portugueses, hoje é um dia muito especial para todos nós. Tenho duas boas notícias.
A primeira boa notícia é que eu sou um enviado de Deus, um mensageiro, porque conversei com ele pessoalmente.
A segunda boa notícia é que, conforme constava do Programa do Governo e apenas em 24 horas, serão Erradicados para sempre o desemprego, o analfabetismo, o tráfico de drogas, a corrupção, a pedofilia, os problemas de transporte, água e luz, habitação, nada de burocracia, e o mais espectacular de tudo: O IVA vai acabar assim como a miséria e a pobreza neste País!! O Governo cumpriu tudo o que prometeu!!!”
A Madame abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa muito modesta.
‘Diga?’, pergunta ela.-’Eu quero a Natália!’, respondeu o velhinho.
-’Caro senhor, a Natália é uma de nossas ‘meninas’ mais caras.Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra…’
-’Não, eu quero a Natália!’, insiste o velhinho.
Então a Natália aparece, um espetáculo de mulher, em salto alto, corpete, meias e cinto de ligas e diz ao velhinho que o preço é de 500 euros por visita.
O velhote nem pisca e tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem.
Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido.
Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália.
Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria nenhum desconto pela fidelidade.
O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior.
Na noite seguinte, ninguém acredita: Mais uma vez o velhote entrega o dinheiro à moça e tornam a ir para o quarto.
Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:
-’Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas porque sou a melhor da casa e levo muito caro.
-De onde é o Senhor?’
-’Sou de Cuba, no Alentejo!’, responde o velhinho.
-’Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!’
-’Eu sei, foi ela que me pediu para lhe entregar os 1500 euros.’

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