Ingredientes:
-bacalhau,
-espinafre,
-azeite,
-alho,
-cebola,
-batatas,
-sal,
-cerveja
-Mulher.
Modo de preparação:
Ponha a mulher na cozinha com todos os ingredientes (menos a Cerveja, claro!!!) e feche a porta.
Tome umas cervejinhas e assista ao resumo dos jogos da 1ª Liga e quando ouvir ‘- PRÁ MESA!!!’, o prato está pronto a comer!
É uma delícia e praticamente não dá trabalho nenhum.
Bom apetite!
Benedita, Alcobaça , 22 Jun (Lusa) – Um condutor a quem foi detectada uma taxa proibida de alcoolemia foi detido no domingo na Benedita, Alcobaça , quando terá insistido em tentar subornar os agentes autuantes, informou a GNR.
Pelas 23 e 20 de domingo, um condutor a quem foi detectada uma taxa de alcoolemia de 2,39, terá tentado subornar os agentes da GNR que o autuaram, oferecendo-lhes 25 euros para fecharem os olhos ao ocorrido, disse hoje à Agência Lusa um porta-voz da corporação.
Advertido da gravidade do seu auto, o condutor terá insistido na tentativa de corrupção, pelo que foi detido.
IN: Lusa@Sapo
RUSSO |
|
| Conjunto de árvores | Boshke |
| Insecto | Moshka |
| Político | Caganopovo |
| Defunto | Sefoy Prakova |
| Sogra | Storvo |
ALEMÃO |
|
| Abrir a porta | Destranken |
| Não me interessa | Queselich |
| Bombardeio | Bombascaen |
| Chuva | Gotascaen |
| Sogra | Ajjj |
ÁRABE |
|
| Metralhadora | Allavai Abalabalabalabalabala |
| Elevador | Alicima Vai |
| Necessito um banho | Molhamed |
| Sogra | Alvíborah |
CHINÊS |
|
| Cabelo sujo | Chin-Champu |
| Descalço | Chin Chinela |
| Top-less | Chin-Chut-Yiã |
| Náufrago | Chin-Chu-Lancha |
| Nudista | Chin-Calcao |
| Pobre | Chen Luz, Chen Agua e Chen Gaz |
| Veneno | Bai Gon |
| Estudante | Xu-Lo-Pai |
| Ladrão | Fin-To-Xui |
| Politico | Chin-Pan-Ze |
| Sogra | Bru-Xa-Feia |
INGLÊS |
|
| Banheira giratoria | Tina Turner |
| Indíviduo de bom autocontrole | Auto Stop |
| Copie bem | Copyright |
| Talco para caminhar | Walkie Talkie |
JAPONÊS |
|
| Adivinhador | Komosabe |
| Bêbado | Yochi Tomo Whiski |
| Café amargo | Takaro Azukar |
| Top Less | Sakare Ateta |
| Diarreia | Kagasoagua |
| Carro | Kenon Hémoto |
| Compre | Adkira |
| Terror | Aikimedu |
| Fraco | Yono Komo |
| Roubaram-me a moto | Yononvejo M’yamaha |
| Meia volta | Kasigiro |
| Bilhar | Takada Nabola |
| Bar | Boti Kin |
| Político | Roba Kasitudo |
| Se foi | Non-ta |
| Acabou a gasolina | Yaminhamoto Nonanda |
| Vice-campeão | Kuasi-Ganho |
| Ainda tenho sede | Kiro Maisagwa |
| WC | Akisicaga |
| Aspirador | Limpó-Pó |
| Fim | Saka-bo |
PROFESSORA: Maria, aponta no mapa onde fica a América do Norte.
MARIA: Aqui está.
PROFESSORA: Correcto. Agora turma, quem descobriu a América?
TURMA: A Maria.
– // —
PROFESSORA: João, menciona uma coisa importante que exista hoje e que não havia há 10 anos atrás.
JOÃO: Eu!
– // —
PROFESSORA: Francisco, porque é que andas sempre tão sujo?
FRANCISCO: Bem, estou muito mais perto do chão do que a Srª. professora.
– // —
PROFESSORA: Agora, Simão, diz-me sinceramente, rezas antes de cada refeição?
SIMÃO: Não professora, não preciso. A minha mãe é uma boa cozinheira.
– // —
PROFESSORA: Artur, a tua composição ‘O Meu Cão’ é exactamente igual à do teu irmão. Copiaste-a?
SIMÃO: Não. O cão é que é o mesmo.
– // —
PROFESSORA: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
BRUNO: Professora
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
IN : Jornal de Negocios
Uma velhinha morre e ao chegar ao céu pergunta ao guardião dos portões:
- Porque é que existem 2 portas, uma azul e outra vermelha?
São Pedro então responde:
- A azul leva ao Céu e a vermelha desce ao Inferno, pode escolher!
Nisto, ouve-se uma gritaria e o barulho de berbequim atrás da porta azul.
- Mas o que é isto? – Pergunta a velhinha.
- Nada, é uma alma que acabou de chegar e estão a furar-lhe as costas para pôr as asas.
A velhinha fica indecisa quando de repente se ouve nova gritaria atrás da porta azul.
- E esta gritaria o que é?
- Nada, é que estão a furar a cabeça da alma para pôr a auréola.
- Que horror! Eu não quero ir para o Céu, vou para o Inferno!
- Mas lá o Diabo costuma violar todas as mulheres!
- Quero lá saber… pelo menos os buracos já estão feitos!
A actriz Soraia Chaves está grávida do Paulo Portas
A criança vai chamar-se Porta Chaves…
Em Londres há um velho barbeiro…
Um dia, um florista vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar, o barbeiro diz:
- Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um serviço à comunidade.
O Florista ficou satisfeito e foi-se embora. Na manhã seguinte, ao chegar à loja, o barbeiro encontrou uma dúzia de flores e um cartão que dizia ‘obrigado’.
Um dia, um polícia vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar, o barbeiro diz:
- Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um serviço à comunidade.
O polícia ficou satisfeito e foi-se embora. Na manhã seguinte, ao chegar à loja, o barbeiro encontrou uma dúzia de doughnuts e um cartão que dizia ‘obrigado’.
Um dia, um português vai lá cortar o cabelo. Depois do corte, quando vai pagar, o barbeiro diz:
- Lamento, mas não posso aceitar o seu dinheiro. O que fiz foi um serviço à comunidade.
O português ficou satisfeito e foi-se embora. Na manhã seguinte, ao chegar à loja, adivinha o que o barbeiro encontrou à porta…
Vá lá… adivinha!
Vá!
Pensa como um português…!!!
Tu consegues…
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos ‘afro-americanos’, com vista a acabar com as raças por via gramatical – isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a ‘empregadas domésticas‘ e preparam-se agora para receber menção de ‘auxiliares de apoio doméstico‘ .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os ‘contínuos ‘passaram todos a ‘auxiliares da acção educativa‘.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por ‘delegados de informação médica‘.
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em ‘técnicos de vendas‘.
O aborto eufemizou-se em ‘interrupção voluntária da gravidez‘;
Os gangs étnicos são ‘grupos de jovens‘
Os operários fizeram-se de repente ‘colaboradores‘;
As fábricas, essas, vistas de dentro são ‘unidades produtivas‘e vistas da estranja são ‘centros de decisão nacionais‘.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à ‘iliteracia‘ galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes ‘Conforto‘ e ‘Turística‘.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira…» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental…» – eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um ‘comportamento disfuncional hiperactivo’
Do mesmo modo, e para felicidade dos ‘encarregados de educação’ , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, ‘crianças de desenvolvimento instável’.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado ‘invisual‘. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos – mas o ‘politicamente correcto’ marimba-se para as regras gramaticais…)
As putas passaram a ser ‘senhoras de alterne‘.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em ‘implementações‘, ‘posturas pró-activas‘, ‘políticas fracturantes‘ e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este ‘novo português’; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma ‘politicamente correcta’.
E na linha do modernismo linguístico, como se chama uma mulher que tenta destruir a educação em Portugal?
Ministra !
Antigamente, chamava-se Ex-ministra.
Situação: O fim das férias.
Ano 1979:
Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2009:
Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1979:
Não se passa nada.
Ano 2009:
As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.
Ano 1979:
O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2009:
A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1979:
Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2009:
A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1979:
Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2009:
Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1979:
O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2009:
Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.
Ano 1979:
Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2009:
A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado ‘chocolate’ ao outro.
Ano 1979:
Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2009:
A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.
Ano 1979:
O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque ‘alguma deves ter feito’
Ano 2009:
Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.

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