O oiNK, um dos principais servidores de peer to peer (P2P) foi encerrado após uma acção da Interpol, que contou com a participação das polícias holandesa e alemã. A operação foi encetada devido a uma denúncia da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (FIIF) que indicou terem sido disponibilizados ilegalmente sessenta álbuns ainda antes de chegarem às lojas.
A Interpol agiu quer na Holanda, quer na Inglaterra e acabou por deter um homem na cidade britânica de Middlesbrough. O cidadão de 24 anos foi posteriormente levado para uma esquadra e interrogado, por ter violado leis que tem a ver com direitos de autor, além de ter sido também acusado de cooperação com um acto fraudulento.
De acordo com a FIIF, só podiam entrar para o oiNK utilizadores que comprovassem ter música para poder ditribuir pelos restantes elementos da comunidade. Uma porta-voz desta organização disse também que era necessário «actualizar os ficheiros disponíveis» para poder continuar a aceder ao oiNK livremente.
O serviço obrigava também à doação de fundos, ocasionalmente.
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